A aposta em espaços colaborativos nos ambientes organizacionais reflete uma tendência de maior valorização à colaboração entre os funcionários de uma empresa.
O incentivo a esse espírito passou a ser visto não só como uma forma de potencializar a interação, mas também de melhorar o clima entre as pessoas, motivar e maximizar o poder criativo da equipe.
Trata-se de um estímulo para uma mudança de comportamento, que possui potencial para resultar em maior êxito para a empresa.
Por esta razão, a tendência é vermos cada vez menos espaços para o trabalho individual e muito mais a lógica do coletivo, do colaborativo e da co-criação.
Essa cultura organizacional está presente em grandes empresas. Exemplo disso são a Google e o Facebook, com seus escritórios colaborativos marcados por uma estética moderna e descontraída.
Pioneira nesse quesito, a Google com seus incríveis escritórios serviu de inspiração para a criação de espaços colaborativos em diferentes empresas do mundo.
Por que apostar em ambientes colaborativos
O estímulo à colaboração pode resultar em maior êxito empresarial, e isso não é apenas uma força de expressão.
Um estudo internacional, encomendado pela Google e Fundação Futuro, encontrou uma relação positiva de 81% entre a colaboração e a inovação.
A conexão entre indivíduos com conhecimentos e visões diferentes estimula novas ideias. Além disso, auxilia na otimização de processos e no desafio de tornar a empresa mais resiliente aos momentos de crise.
O espírito de colaboração trata-se, assim, de um diferencial competitivo. Por essa razão, as empresas têm buscado estimulá-lo entre seus colaboradores.
Além dessas vantagens, os espaços colaborativos tendem a custar menos para a empresa. Isso porque há a diminuição da necessidade de salas e equipamentos como impressoras e ares-condicionados.
Integração à cultura da empresa
Para melhores resultados, a criação de espaços colaborativos precisa vir acompanhada de uma cultura organizacional que estimule a colaboração.
Ainda que o espaço físico venha a induzir esse tipo de comportamento, há outros meios igualmente importantes para o desenvolvimento desse espírito entre os colaboradores.
Um deles é fazer disso um propósito claro e comum ao grupo, promovendo a ética da contribuição entre pessoas.
Como suporte, deve-se criar processos que fomentem a troca de informações, a prática da co-criação e o estímulo às interações.
Além disso, torna-se fundamental a existência de lideranças facilitadoras que possibilitem e reconheçam a importância da emersão dessa cultura na organização.
Em resumo: ainda que seja necessária uma arquitetura que estimule a cooperação, de pouco adiantará se você não torná-la parte da cultura organizacional do seu negócio.
Por isso, o ideal é que haja a mistura desses dois fatores: físico e comportamental.
Isso é fundamental para qualquer empresa que visa colher os benefícios de contar com espaços colaborativos.
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